Coisa engraçada isso. Por motivos extraordinários, não pude ir ao último jogo do Inter, ver pela tv, e nem um radinho na Guaíba de consolo. Moral da história: cheguei ao meu destino quase à meia-noite sem saber nem o resultado da partida.
Fui informado pelo meu sogro que não só havíamos perdido pra touca de lã verde no verão, como jogamos pessimamente. Ê boi, que côsa. Mas tudo bem, não era uma derrotazinha dessas que ia estragar minha alegria pro Carnaval.
Pois tive um Carnaval ótimo, participando de um bloco onde conheci colorados ilustres, comi churrasco 4 dias e tomei Sol continuamente – coincidência que a cerveja era a mesma tomada tantas vezes no Beira-Rio?
E que coisa linda ver o pessoal vestido a caráter, a criançada correndo ao redor de manto rubro, chinelinho com distintivo e o que mais existe de produto com nosso glorioso SCI. Histórias de devoção do pessoal então, que enfrenta uma longa jornada pra vir prestigiar a equipe nem se fala.
O que me fez pensar de como somos privilegiados de morar perto de nosso gigante estádio e de como às vezes esquecemos de valorizar o fato de podermos acompanhar os jogos e incentivar o time de perto. Lá estava eu, quase 400km longe de casa e ainda assim me sentindo parte de um grande CTG maragato que tem piquetes pelo país e pelo mundo.
O único problema vai ser acomodar o tanto de colorados que eu convidei pra ficar aqui em casa quando quiserem vir aos jogos. Mas isso a gente dá um jeito, afinal o clube do povo e sua torcida têm coração de mãe, sempre cabe mais um. Ah, como é bom ser colorado e fazer parte dessa torcida maravilhosa e apaixonada. Dale meu Inter!
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Um abraço do tamanho do Gigante pro pessoal de Passo Fundo e do bloco Caco Véio. Podem confirmar minha presença pro ano que vem, pois já sou um. =o)





