Ontem ouvi no rádio entrevistas com os dois responsáveis pelo marketing da dupla gre-nal.
O repórter perguntou o porquê da dupla gaúcha não utilizar ainda esse procedimento, sendo que em toda a Europa e já em alguns clubes do Brasil, já é de praxe a numeração fixa, bem como o nome do jogador às costas.
Parece que do lado azul a idéia está sendo cada vez mais aceita, devendo ser implementada talvez já esse ano. Já o responsável colorado, colocou na entrevista diversos empecilhos como a difícil logística, o prejuízo em cada jogo, pois o fardamento teria que ser sempre completo e talicoisa... o que deveras me desmotivou bastante, já que sou um defensor dessa prática. O repórter insistiu dizendo que se fosse tão prejudicial aos clubes e fornecedores, como é que na Europa eles acabaram adotando por completo, mas na resposta o entrevistado falou que as fornecedoras de lá não são as mesmas daqui. Eu esperei a pergunta crucial do jornalista, mas ela não veio: “E o São Paulo? É um clube brasileiro e tem a mesma patrocinadora/fornecedora do Inter? Como ele faz isso há alguns anos?”... Fiquei sem saber a resposta... Quem não gostaria de comprar as camisas com o nome do Guinazu, Fernandão, Sorondo, Renan, Nilmar, etc? Além disso, não haveria uma maior identificação do jogador com a torcida? Não seria melhor pra vender camisetas, criar campanhas, e até para os narradores no jogo? O fato é que o argumento do dirigente do Inter não me convenceu e sei que não convence mais ninguém. Por isso gostaria, se possível, que o Louis acrescentasse aqui embaixo mais uma enquete, tipo “Você acha relevante a numeração fixa e nome nas costas no fardamento colorado”?
Uma coisa parece que vai acontecer, o lado negro (e azul) da força deve sair na frente... vamos deixar assim?