quarta-feira, setembro 28, 2011

Reposição e Damião

Duas grandes notícias cercam o jornalismo esportivo gaúcho nos últimos dias: a triste morte de Escurinho, lendário bi campeão brasileiro e protagonista da melhor tabela de cabeça do mundo; e Mário Fernandes ter recusado a Seleção. Resumidamente, para mim, a segunda notícia mostra o porquê da Seleção ir tão mal: a desvalorização dos jogadores mais novos sobre ela.

Claro, essas duas são as maiores, se deixar de lado a lesão do Damião. Essa notícia e um pouco mais antiga, mas eu ainda não tive a oportunidade de comentá-la. Tudo bem que é muito oportunista dizer isso agora, mas eu já tinha planos para ter escrito isso semana passada, se alguém acreditar. Estava bastante claro, um pouco antes do Damião se machucar, que sem ele as coisas iam desmunhecar. E era isso que eu queria dizer.

O Inter não tem reposição à altura, nenhum time têm. O Inter levava muita fé no Damião. Leva. Mas agora temos Jô (pelo menos ele se esforça) e Dellatorre (precisa de treinos intensivos de finalização). E quando o Damião for vendido?

E isso não conta apenas com o Damião. Qualquer jogador que não tenha uma reposição, no mínimo, regular pode fazer muita falta ao time. Estamos dando certo até agora, mas um time são 11 jogadores, e não "fulano + 10".