segunda-feira, agosto 02, 2010

ROUND 7: Copa BV

Só faltam 2 Rodadas pra terminar a primeira fase na competição para escolher o novo colunista do Blog Vermelho. Leia os textos e vote no que você acha melhor. Cada voto vale bastante. A escolha está em suas mãos! O Vencedor será um dos 8 finalistas. Lembrando os textos foram escritos a cerca de 2 semanas atras.

Até agora os Classificados a proxima fase são os Bloguistas #1, 4, 6, 7, 10 e 12. Instruções para o proximo texto virá no fim da primeira fase. Aí que a coisa vai ficar seria!

PS: Lembrando...um voto por leitor e não vale pedir votos a amigos e familia. Manipulação de resultados não vale!

BLOGUISTA #13

Parece que foi ontem, domingão cedo, muitos receios em relação ao favoritismo do adversário, que no papel, era um time de super star's. Eis que no fim do jogo tudo caiu por terra, e a raça e determinação definem o nosso Internacional campeão do mundo. O ano de 2006 foi marcante para toda uma geração que acompanhou uma década de 90 medíocre, fraca, pequena.

Cá estamos em 2010, semi-final de libertadores, ano de copa do mundo, normalmente tudo levaria a crer que 2006 poderia estar se repetindo. Porém, todos sabem que não é essa a realidade. Passar pelo Estudiantes foi um teste para cardíacos, como diria o Galvão. Vimos um Internacional sem força de ataque, com um meio de campo que não se entendia, que não jogava em grupo, na base do cada um por si, deus por todos e bola pra frente pra tentar qualquer coisa. Em suma, com a equipe que chegou até aqui, na semi-final, visualiza-se claramente ter atingido o seu limite extremo, alcançado o auge do quarteto sorte, tentativa, erro e acerto.

Fica óbvio que almeijar um bi da libertadores já se tornou o vislumbre de uma imensa zebra. Bi mundial então, nem se fala. Todo torcedor mais crítico, quando questionado a respeito, é unânime em criticar, afinal, trata-se de um clube com 100 mil sócios, com disponibilidade de dinheiro em caixa, e que simplesmente não conseguiu montar uma equipe efetivamente competitiva e vencedora. Com as contratações de Tinga, Sóbis, Bolivar, Fabiano Eller, nota-se a tentativa de remontar 2006, ou de pelo menos, ter a cara de 2006. Mas até onde isso é valido? Por que não há competencia dos diregentes para renovar? Será que chegar a final baseado em sorte e depois morrer na praia é o que queremos? Bom, um mês não é tempo hábil pra reformular uma equipa, porém, percebe-se que a diretoria colorada acordou para o literal fiasco que o Internacional seria este ano, que além de cair fora na libertadores, arriscaria um amargo e inedito rebaixamento para a segundona.

Estamos ansiosos para que Roth, e seu estilo gaúcho de ser, e o retorno de algum dos campeões de 2006, deêm nova vida e gás para essa equipe que até agora não convenceu nem o mais otimista dos colorados.

BLOGUISTA #14

Será que tudo conspira a favor?

Ouço por todos os cantos do Rio Grande que há muitas semelhanças entre as circunstâncias do título do Inter da Libertadores de 2006 com a trajetória do time neste ano na competição sul-americana. Inegável que existem muitas semelhanças, mas também uma grande e enorme diferença. Um espaço tão grande quanto a distância entre a América do Sul e a África.

Primeiro, as semelhanças, que todos conhecem e é o mesmo blá blá blá de sempre. Ano de Copa do Mundo, Brasil eliminado nas quartas-de-final por uma seleção européia. Inter jogando uma Libertadores sem grandes equipes, como Boca, Peñarol (falando em termos de tradição). Colorado jogando e eliminando o atual campeão. Em 2006 vencemos o ex-campeão na final. Estas são as semelhanças, falando rapidamente.

Mas e as diferenças?

Pois bem. As diferenças. Estas estão no grupo, no time, na forma de jogar. Apesar de uns poucos gatos pingados ainda estarem na equipe e que participaram da conquista de 2006, esse Inter é um arremedo daquele de 2006. Time mais fraco, grupo mesquinho (nem todos), que não enche os olhos. Na parada da Copa de 2006, havíamos perdido para a LDU a primeira partida das quartas da Libertadores. Mas o time era mágico. Dava para acreditar. O deste ano, não tem como. Há, sim, muita esperança, fé, torcida. Mas futebol, quase nada.

A troca de treinador no meio do caminho pode fazer bem ao time. Mas jogando mal como contra Guarani, fora os jogos treinos contra inexpressivos Lajeadense e Cerâmica (vitória sofrida por 2 a 0 e empate ridículo em 0 a 0, respectivamente) me deixa assustado.

O retrospecto do Roth é de assustar, mas o do Abel também era. Mais uma semelhança pouco debatida entre os colorados. Será que isso conspira a nosso favor? Quem sabe. E assim, isso pode ajudar a aumentar as expectativas, positivas do torcedor para a conquista do bi. Mas acho que a fé, esta sim, é o diferencial. Ela poderá nos dar o título.