sábado, abril 02, 2011

Candidato #3

Vou fazer a votação diferente dessa vez comparado com outras seleções de autores para o BV. Dessa vez em vez de "Mata-Mata" cada texto vai aparecer sozinho. Você leitor vai dar nota de 1 a 10 na parte dos comentários. A media será calculado e no fim os autores com melhores medias serão convidados a participar regularmente no Blog Vermelho. Os Autores serão anonimos até o fim da competição. Votos em massa de amigos e familiares dos autores não contarão...como sei que será amigo ou familia? Eu sei tudo kkkkk! Então por favor não pede votos de amigos queremos que o melhores textos ganhem.

Vamos lá texto um...e não esquecem de votar de 1 a 10.

Leia Candidato #1 Aqui
Leia Candidato #2 Aqui

Candidato #3
No rumo certo!

Saudações coloradas! Talvez o texto a seguir não seja “politicamente adequado” quando o objetivo seja receber votos para poder escrever mais vezes aqui no blog. Antes de tudo, porém, costumo expressar a sinceridade de minhas idéias.

Quando digo que o texto talvez não fosse o ideal para receber aprovações é porque vou ir contra a grande maioria dos torcedores colorados, no que diz respeito ao nosso estimável (ou lastimável) técnico. Porém, fiquem tranqüilos, não vou advogar em prol de decisões frequentemente equivocadas.
Antes de tudo, é necessário avaliar o nosso time sob o aspecto de cada campeonato. No gauchão a realidade que temos é de adversários que, no Beira Rio ou não, tem como grande objetivo não perder para o Inter. Isso já lhes renderá um honroso comentário nos programas esportivos. São times que não pensam em futebol lógico (defender para não levar gols e atacar para tentar ganhar). Pensam somente em defender, e dessa forma temos um sério desiquilibrio que se traduz em muita dificuldade para o time (seja ele qual for) que deseje a vitória. Faz-se necessário então avaliar, antes do resultado, a equivocada estratégia de futebol dos adversários do Inter.

No brasileirão a coisa muda drasticamente. Temos um campeonato onde as vitórias são essenciais. Sem muitas delas, será impossível ganhar o brasileirão de pontos corridos. Portanto a lógica será, com raras exceções, a necessidade de ganhar sempre e teremos mais equilíbrio e chances dos dois times poderem, finalmente, jogar futebol em igualdade de objetivos.
Na Libertadores a coisa muda de novo. Vejo um campeonato onde os chamados times “faceiros” se suicidam rapidamente. Vide as dificuldades de Santos e Grêmio, com seus estilos de pouca marcação. O santos pensou que se levasse 5 faria 6. E o Grêmio pensou que o time do campeonato brasileiro do ano passado serviria para uma Libertadores. É ai que mora a discrepância antagônica entre as opiniões do bom entendedor de futebol Paulo Odone e o técnico do Grêmio. Até mesmo o nosso “sonho de consumo” não foi bem apesar do elenco extremamente qualificado do atual campeão brasileiro. E não venha me dizer, Muricy, que você saiu porque não tinha onde treinar. Já não era de hoje a pressão que ele vinha sofrendo pelos resultados da Libertadores. Ele saiu por isso! Se estivesse bem na Libertadores tudo estaria perfeito por lá...

Bem, como viram, e para alívio geral (heheh) não saí numa cruzada em favor de Celso Roth. Apenas acredito que se o nosso objetivo fosse ganhar o gauchão, com o C. R. não daria já que ele não tem a necessária petulância contra os adversários. Se o objetivo atual fosse o brasileiro também não daria. Roth tem excessiva tendência defensivista e no brasileiro já sabemos que “o medo de perder tira a vontade de ganhar”. O objetivo atual, porém, é muito maior. É maior que apenas ganhar a Libertadores. É voltar ao mundial e vencer, para reparar o grande fiasco de outrora recente. Essa é a dívida de C. R. conosco, apesar da responsabilidade de catástrofes nunca serem exclusivas e sim de muitos.

Eu acredito, com toda minha fé, que esse estilo marcador é o mais adequado para a Libertadores. Relembremos que o ano passado, com o péssimo e retrancado Fossati, chegamos à semi para depois sermos campeões e em comparação à esse ano, estamos muito, mas muito melhores, apesar do técnico.